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sábado, 25 de junho de 2016

Chamados para dar frutos.

Um assunto muito questionado entre o meio cristão é sobre “dar frutos”. Tal expressão significa dar o de melhor à aqueles que estão em nosso meio, e a melhor coisa que os cristãos devem dar ao próximo são os princípios contidos na Palavra de Deus: justiça (1Jo 3.7); piedade (Mt 5.42); amor (Jo 15.12); anuncio da salvação (1 Co 9.16); entre outros.

Muitos de nós queremos de fato ser a diferença fazendo com que o que temos recebido venha ser passado ao nosso próximo e assim aceito por eles. É uma alegria imensa quando anunciamos o evangelho através de nossas palavras ou comportamento e alguém vem a ser influenciado por meio de nossas vidas. Isto nos motiva e incentiva a buscar mais e querer mais ser influenciadores no meio deste mundo de valores invertidos.

Mas diante de tudo isso o que sempre vem ao meu coração e que não devemos abandonar nunca os nossos humildes começos. A correria do dia, nosso coração e outras diversas experiências externas podem fazer com que o nosso primeiro amor seja abandonado e que nos preocupemos apenas com o nosso intelecto e nos esquecemos do nosso humilde começo.

Queremos a cada dia dar frutos mas nunca devemos nos esquecer que uma arvore só consegue oferecer seus frutos se for regada, cuidada, e bem “alimentada”.  Tais cuidados são graciosamente dados a nós por Deus através das PRÁTICAS DEVOCIONAIS, que nos nutrem diariamente, motivando-nos sempre a nos aproximar do Criador por meio de Cristo.

Somos alimentados e nutridos somente se estivermos próximo ao Criador que nos oferece águas vivas para crescermos sadios e assim frutificarmos a cada dia: “ José é um ramo, ramo frutífero junto à fonte, seus galhos se estendem sobre o muro. “ (Gn 49.22) .

Somente nutridos podemos frutificar, e obtemos força para tal nos dedicando ao estudo da palavra onde ouvimos Deus falar conosco, e através da oração, onde apresentamos ao Senhor nossos louvores, agradecimentos e petições. Assim estaremos preparados  e “(...) prontos para dar razão da nossa esperança diante daqueles que nos pedem contas.” (1Pe 3.15).

As práticas devocionais sempre exigem de nós esforço, trabalho e tempo, fazendo com que não nos acomodemos nunca com o que temos, mas que busquemos a cada dia mais a sabedoria do alto (Pv 2. 1-7). Que o Senhor mova sempre os nosso corações a buscarmos a Ele como nosso maaná diário, nos capacitando assim para frutificarmos onde quer que estivermos.


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