Um assunto muito questionado entre o meio cristão é sobre “dar
frutos”. Tal expressão significa dar o de melhor à aqueles que estão em nosso
meio, e a melhor coisa que os cristãos devem dar ao próximo são os princípios contidos
na Palavra de Deus: justiça (1Jo 3.7); piedade (Mt 5.42); amor (Jo 15.12);
anuncio da salvação (1 Co 9.16); entre outros.
Muitos de nós queremos de fato ser a diferença fazendo com
que o que temos recebido venha ser passado ao nosso próximo e assim aceito por
eles. É uma alegria imensa quando anunciamos o evangelho através de nossas
palavras ou comportamento e alguém vem a ser influenciado por meio de nossas vidas.
Isto nos motiva e incentiva a buscar mais e querer mais ser influenciadores no
meio deste mundo de valores invertidos.
Mas diante de tudo isso o que sempre vem ao meu coração e
que não devemos abandonar nunca os nossos humildes começos. A correria do dia,
nosso coração e outras diversas experiências externas podem fazer com que o nosso
primeiro amor seja abandonado e que nos preocupemos apenas com o nosso intelecto
e nos esquecemos do nosso humilde começo.
Queremos a cada dia dar frutos mas nunca devemos nos
esquecer que uma arvore só consegue oferecer seus frutos se for regada,
cuidada, e bem “alimentada”. Tais cuidados
são graciosamente dados a nós por Deus através das PRÁTICAS DEVOCIONAIS, que
nos nutrem diariamente, motivando-nos sempre a nos aproximar do Criador por
meio de Cristo.
Somos alimentados e nutridos somente se estivermos próximo
ao Criador que nos oferece águas vivas para crescermos sadios e assim
frutificarmos a cada dia: “ José é um ramo, ramo frutífero junto à fonte, seus
galhos se estendem sobre o muro. “ (Gn 49.22) .
Somente nutridos podemos frutificar, e obtemos força para
tal nos dedicando ao estudo da palavra onde ouvimos Deus falar conosco, e através
da oração, onde apresentamos ao Senhor nossos louvores, agradecimentos e petições.
Assim estaremos preparados e “(...) prontos
para dar razão da nossa esperança
diante daqueles que nos pedem contas.”
(1Pe 3.15).
As práticas devocionais sempre exigem de nós esforço,
trabalho e tempo, fazendo com que não nos acomodemos nunca com o que temos, mas
que busquemos a cada dia mais a sabedoria do alto (Pv 2. 1-7). Que o Senhor
mova sempre os nosso corações a buscarmos a Ele como nosso maaná diário, nos
capacitando assim para frutificarmos onde quer que estivermos.

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